O que faz um Ergonomista?
O Ergonomista adapta o trabalho ao ser humano — analisando postos de trabalho, movimentos, equipamentos e organização das tarefas para reduzir o risco de lesões, aumentar o conforto e melhorar a produtividade. Elabora a AET (Análise Ergonômica do Trabalho), exigida pela NR-17 do Ministério do Trabalho em diversas atividades.
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Com o aumento das doenças ocupacionais ligadas à postura e aos movimentos repetitivos — como LER/DORT —, a ergonomia tornou-se uma das áreas de maior crescimento na saúde e segurança do trabalho.
Principais atividades
- Análise Ergonômica do Trabalho (AET) conforme NR-17
- Avaliação de postos de trabalho físicos e digitais (home office)
- Identificação de fatores de risco biomecânicos e cognitivos
- Recomendação de mobiliário, equipamentos e organização do trabalho
- Treinamento de trabalhadores em postura correta e pausas ativas
- Elaboração de laudos e pareceres ergonômicos
- Consultoria para projetos de novos ambientes de trabalho
Quanto ganha um Ergonomista?
| Modelo | Salário médio mensal |
|---|---|
| Empresa / Indústria (CLT) | R$ 4.000 – R$ 7.000 |
| Consultoria autônoma | R$ 6.000 – R$ 10.000 |
| Especialista sênior / Home office | R$ 8.000 – R$ 12.000 |
Como se tornar Ergonomista
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- Fazer curso de ergonomia — postura correta, NR-17 e análise de postos de trabalho
- Ter graduação em Fisioterapia, Engenharia de Produção, Educação Física, Terapia Ocupacional ou área afim
- Especializar-se em ergonomia física, cognitiva ou organizacional
- Certificar-se pela ABERGO (Associação Brasileira de Ergonomia) como Ergonomista Certificado
- Atuar em consultoria para empresas com alto índice de afastamentos por LER/DORT
Para quem é essa profissão?
Para profissionais de saúde ou engenharia com visão sistêmica e interesse em prevenção. A ergonomia une saúde, tecnologia e gestão — e o ergonomista que sabe vender o retorno financeiro da prevenção (redução de afastamentos e passivo trabalhista) é muito valorizado pelas empresas.
Mercado de trabalho
O Brasil perde mais de R$ 100 bilhões por ano com afastamentos por doenças do trabalho — grande parte relacionadas a problemas ergonômicos. A NR-17 obriga empresas a realizar análises ergonômicas, gerando demanda constante. O boom do home office após a pandemia criou um novo mercado: ergonomia para trabalho remoto, com consultorias online e avaliações digitais de postos domésticos.
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