O que faz um Profissional em Neurociências?

O Profissional em Neurociências estuda o sistema nervoso — seu funcionamento, doenças, plasticidade e relação com o comportamento humano. Atua em pesquisa científica, diagnóstico neurológico, reabilitação, neuropsicologia, desenvolvimento de tecnologias neurais e aplicações em saúde mental, educação e performance cognitiva.

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As neurociências são um dos campos científicos que mais crescem no mundo — com descobertas que estão revolucionando o tratamento de doenças como Alzheimer, depressão, autismo e AVC.

Áreas de atuação

  • Neurologia clínica — diagnóstico e tratamento de doenças do sistema nervoso
  • Neuropsicologia — avaliação e reabilitação cognitiva
  • Neurociência cognitiva — memória, aprendizagem, tomada de decisão
  • Neurotecnologia — interfaces cérebro-computador, neurofeedback
  • Neuroeducação — aplicação das neurociências no ensino e aprendizagem
  • Pesquisa básica e translacional — laboratórios, universidades e indústria farmacêutica

Quanto ganha um Profissional em Neurociências?

ÁreaSalário médio mensal
Pesquisa / UniversidadeR$ 4.000 – R$ 8.000
Neuropsicologia clínicaR$ 5.000 – R$ 9.000
Indústria / NeurotecnologiaR$ 8.000 – R$ 15.000

Como entrar na área de neurociências

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  1. Fazer cursos de bases neurológicas e neurociências para entender os fundamentos
  2. Ter graduação em Medicina, Psicologia, Biomedicina, Biologia ou Fisioterapia
  3. Fazer mestrado ou doutorado em neurociências ou área correlata
  4. Especializar-se em neuropsicologia, neurorreabilitação ou neurotecnologia

Para quem é essa carreira?

Para profissionais fascinados pelo cérebro humano — o órgão mais complexo do universo conhecido. As neurociências unem biologia, psicologia, física e tecnologia em um campo de infinitas possibilidades. Quem entra agora está posicionado para atuar em algumas das maiores revoluções da medicina do século XXI.

Mercado de trabalho

Doenças neurológicas e psiquiátricas são a principal causa de incapacidade no mundo. O mercado de neurotecnologia — dispositivos de neurofeedback, estimulação cerebral e interfaces cérebro-computador — cresce exponencialmente. No Brasil, a neuropsicologia clínica e a neurorreabilitação têm demanda crescente em hospitais, clínicas e consultórios.

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